Monday, July 20, 2009

19. Innocence

Zen says that if you drop knowledge - and within knowledge everything is included; your name, your identity, everything, because this has been given to you by others - if you drop all that has been given by others, you will have a totally different quality to your being: innocence. This will be a crucifixion of the persona, the personality, and there will be a resurrection of your innocence. You will become a child again, reborn.

Osho Dang Dang Doko Dang Chapter 7

Commentary:

The old man in this card radiates a childlike delight in the world. There is a sense of grace surrounding him, as if he is at home with himself and with what life has brought. He seems to be having a playful communication with the praying mantis on his finger, as if the two of them are the greatest friends. The pink flowers cascading around him represent a time of letting go, relaxation and sweetness. They are a response to his presence, a reflection of his own qualities.

The innocence that comes from a deep experience of life is childlike, but not childish. The innocence of children is beautiful, but ignorant. It will be replaced by mistrust and doubt as the child grows and learns that the world can be a dangerous and threatening place. But the innocence of a life lived fully has a quality of wisdom and acceptance of the ever-changing wonder of life.


Pensamento do Dia

uma viagem de milhares de kms começa com um simples paço

Tuesday, April 28, 2009

Gran Torino

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Há filmes assim (ainda que poucos) que na sua simplicidade, em toda a sua subtileza, são simplesmente verdadeiras Obras Primas ... e Clint Eastwood tem como poucos esse terrível vício ao realizar ...

Gran Torino
Título original: Gran Torino
De: Clint Eastwood
Com: Clint Eastwood, Geraldine Hughes, John Carroll Lynch
Género: Drama, Thriller
Classificacao: M/12
EUA, 2008, Cores, 116 min.

http://wwws.pt.warnerbros.com/grantorino/

Walt Kowalski (Clint Eastwood) é um veterano da guerra da Coreia, um homem inflexível e amargo, que vive sozinho. Para além da cadela Daisy, a sua arma é a única coisa em que confia. Os antigos vizinhos morreram ou mudaram-se há muito e o bairro é agora habitado maioritariamente por imigrantes asiáticos, os quais Walt despreza profundamente. Walt vai matando o tempo como pode, até que, um dia, Thao, um dos seus jovens vizinhos, é pressionado por um gangue e tenta roubar o seu precioso Ford Gran Torino. Walt impede o furto e quase o mata, tornando-se o herói involuntário do quarteirão. Para agradecer-lhe por ter poupado a vida ao jovem, a família de Thao obriga este a penitenciar-se, trabalhando para o vizinho. Walt acaba por dar-lhe pequenos trabalhos comunitários. É o início de uma amizade inesperada, que mudará o curso das suas vidas. E, graças a Thao, Walt vai conhecer verdadeiramente os seus vizinhos e descobrir o que o liga a estes exilados.
PÚBLICO

Friday, April 10, 2009

13. Transformation [en]



A master in Zen is not simply a teacher. In all the religions there are only teachers. They teach you about subjects which you don't know, and they ask you to believe because there is no way to bring those experiences into objective reality. Neither has the teacher known them - he has believed them; he transfers his belief to somebody else.

Zen is not a believer's world. It is not for the faithful ones; it is for those daring souls who can drop all belief, unbelief, doubt, reason, mind, and simply enter into their pure existence without boundaries. But it brings a tremendous transformation.

Hence, let me say that while others are involved in philosophies, Zen is involved in metamorphosis, in a transformation. It is authentic alchemy: it changes you from base metal into gold. But its language has to be understood, not with your reasoning and intellectual mind but with your loving heart. Or even just listening, not bothering whether it is true or not. And a moment comes suddenly that you see it, which has been eluding you your whole life. Suddenly, what Gautam Buddha called "eighty-four thousand doors" open.

Osho Zen: The Solitary Bird, Cuckoo of the Forest Chapter 6



Commentary:

The central figure in this card sits atop the vast flower of the void, and holds the symbols of transformation - the sword that cuts through illusion, the snake that rejuvenates itself by shedding its skin, the broken chain of limitations, and the yin/yang symbol of transcending duality. One of its hands rests on its lap, open and receptive. The other reaches down to touch the mouth of a sleeping face, symbolizing the silence that comes when we are at rest.

This is a time for a deep let-go. Allow any pain, sorrow, or difficulty just to be there, accepting its "facticity." It is very much like the experience of Gautam Buddha when, after years of seeking, he finally gave up, knowing there was nothing more that he could do. That very night, he became enlightened.

Transformation comes, like death, in its own time. And, like death, it takes you from one dimension into another.

Tuesday, February 17, 2009

crise ou simplesmente mudança?

"Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".

Albert Einstein

Monday, January 05, 2009

Polskaprofundamente cinema, no seu sentido mais genuíno ...

Quatro Noites com Anna
Título original: Cztery Noce z Anna
De: Jerzy Skolimowski
Com: Urszula Bartos-Gesikowska, Malgorzata Buczkowska, Jerzy Fedorowicz
Género: Drama, Thriller
Classificacao: M/12

http://www.imdb.com/title/tt1225290/

Numa pequena cidade polaca, Léon vive uma estranha obsessão. Tendo testemunhado uma brutal violação contra Anna, uma jovem enfermeira que trabalha no mesmo hospital que ele, Léon passa o tempo a espiá-la. Segue-a dia e noite. Até que, uma noite, acaba por se esgueirar para dentro de casa de Anna. Observa-a enquanto dorme, deixa-se impregnar pelo seu universo e aos poucos começa a alterar a sua existência. Arranja um relógio, cose um botão, deita fora comida estragada. Mas, até onde irá a sua louca obsessão?
"Quatro Noites com Anna" marca o regresso ao cinema de Jerzy Skolimowski, um dos maiores cineastas polacos, que não filmava há quase 20 anos, tempo durante o qual se dedicou sobretudo à pintura, apesar das recentes aparições como actor em filmes de Tim Burton, Julian Schnabel e David Cronenberg. Argumentista de Roman Polanski (para quem escreveu "A Faca na Água"), actor, boxeur amador, realizador de "Walkover" (1965), "Deep End" (1970), "Moonlighting" (1982), ou "O Navio Farol" (1986), Skolimowski, um dos nomes da renovação do cinema polaco, foi escolhido com este filme para abrir a Quinzena dos Realizadores em Cannes em 2008.
PÚBLICO

Monday, November 24, 2008

docs lisboa no porto


Docs Lisboa - Talvez um dos melhores festivais que decorrem no país, felizmente este ano com uma pequena extensão ao porto ...

Tuesday, November 18, 2008

Com 5 mãos


Com 5 mãos
Com 5 dedos
sinto um rapaz
com 5 caminhos
e contigo seguem-te mais 5 cidadãos
Sem medo
Com 5 sentidos
e 5 flores
construímos a paz
"dá cá 5"

do meu Amigo João Soares

Thursday, October 02, 2008

felicidade

"A felicidade só é verdadeira quando é partilhada"
em "Into the Wild" - Sean Penn

Wednesday, August 27, 2008

sobre Amarante e sobe o lixo


sobre Amarante e sobe o lixo


Dia 17 fui passear com a família a Amarante. Amarante é um sítio com uma aura tranquila e pacata. É-me impossível ir a algum lado sem olhar em meu redor com um sentido crítico eco-social quase intrínseco (crítico no sentido mais construtivo do termo) ... nesse sentido, não conheço a situação muito em detalhe mas, o Tâmega pareceu-me ser um rio que está bastante longe de ser um rio pouco poluído. Sim, no actual contexto nacional de degradação ambiental, nomeadamente de poluição acentuada dos cursos fluviais, dizer pouco poluído parace quase, por si só, abonatório.

Bem mais visível, ao passearmos pelas margens, são os restos de lixo que encontramos em praticamente todos os recantos que passamos. É impressionante como de facto as pessoas podem ter hábitos tão sujos e falta de civismo ou consciência ecológica. Na verdade, creio que estupidez é a forma mais exacta de classificar essa acção de quem continua a deixar lixo por todo o lado, mais grave ainda em plena Natureza. Que irresponsabilidade, que falta de civismo, que atraso cultural! Por vezes, que vergonha de pertencer a esta espécie supostamente tão racional, supostamente tão superior mas, ao mesmo tempo, possuídora de hábitos e comportamentos tão nefastos para a Natureza, para a própria espécie e ... irracionais.

É bastante triste constatar esse facto e ainda mais confrangedor quando considerados os impactos ambientais que esse género de práticas acaba por acarretar para o meio ambiente ...

Uma grande parte dos resíduos, das embalagens, não são fáceis de se biodegradar, podem demorar mesmo séculos ... e permanecem nos ecossistemas por períodos bastante alargados, sendo responsáveis durante todo esse tempo pela contaminação, de diversas formas, desses mesmos ecosssistemas. Os plásticos, em particular, são responsáveis directos pelo morte de milhares de animais. Por tudo isso, o consumo actual, sobretudo o consumismo, é uma característica muito particular da nossa sociedade ... uma características com contornos muito tristes e nefastos para o nosso meio ambiente. Não é pois de admirar que uma sociedade dita de consumo esteja mergulhada numa crise ecológica tão grave como a actual.

Nestes momentos dá-me algum alento recordar um dia em que estava numa praia semi-deserta da Costa Vicentina, mesmo assim com bastante lixo, e ter visto um senhor que tranquilamente, e sozinho, foi recolhendo para um um saco, ou vários – já não me recordo, o lixo que estava na praia. No final um cenário verdadeiramente inspirador e tocante: uma praia limpa.

Era óptimo vivermos numa sociedade onde não houvesse badalhocos, ou tantos badalhocos, como na nossa. Mas já que infelizmente vivemos, podemos sempre seguir o exemplo desse anónimo senhor que vi um dia numa praia maravilhosa, que o passou a ser ainda mais, muito mais, graças a uma acção tão simples, mas determina, daquele senhor. Já fizeste a boa acção do dia? Então porque não a multiplicar por 365 dias no ano? Limpar o lixo deixado pelos badalhocos é uma acção muito boa. A Mãe Natureza agradece e tu também.


Friday, August 01, 2008

Perguntaram a S.S. Dalai Lama “o que mais o surpreende na humanidade?”

a resposta:


Os homens. Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.

E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro ...

E vivem como se nunca fossem morrer ... e morrem como se nunca tivessem vivido.”


Tuesday, June 10, 2008

Harmonia em Movimento III


Harmonia em Movimento III


imagens lindas e bonitas aqui ;O) :


http://harmonia-em-movimento.blogspot.com/2008/06/e-o-3-encontro-foi-assim.html


Friday, May 16, 2008

o fim último da vida é ... a felicidade!


uma reflexão absolutamente essencial sobre muito do que é a nossa sociedade e de como quer que as nossas crianças sejam: máquinas de competição e sucesso em vez de, simplesmente, crianças

as crianças terem o direito a ser crianças é um direito tão ou mais essencial que o direito que estas têm (ou deveriam ter) à educação, ao alimento, etc.


O fim último da vida não é a excelência!!!!

O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale a pena ler!

'Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades.

Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.

Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos.

Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.

Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.

Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.

É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.

Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.

É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos.

Quanto mais queremos, mais desesperamos.

A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade.

O que não deixa de ser uma lástima.

Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!


Wednesday, May 07, 2008

Casa da Horta, Associação Cultural

Era para ter colocado este post a tempo da data de abertura mas não foi possível. De qualquer das formas também não é o mais importante, o mais importante é mesmo irem conhecer o espaço, provar das deliciosas iguarias vegetarianas e conhecer este projecto tão especial e inspirador novo na cidade do Porto. Um projecto de uma gente muito bonita e criativa.

Uma casa da horta e brotar no meio da cidade. Uma semente da consciência ecológica e social que tanto carece a nossa sociedade e em particular a população cá do burgo.

Não deixem de visitar, dar a conhecer e, porque não, levar um amig@ ou familiar também ;O)


Casa da Horta


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Olá Amig@s!


A Casa da Horta, Associação Cultural abriu portas

dia 18 de Abril


Na Casa da Horta vais poder encontrar:

- Oficinas, Debates, Projecções, pequena biblioteca e informação sobre

variados temas no Ambito do Activismo, da Ecologia, da contra-cultura,

etc.

- Petiscos VGT e Produtos locais e ecológicos


O horário de Funcionamento é de Terça a Domingo das 12h às 24h


Rua de São Francisco, nº 12A (ao pé da igreja de São Francisco)


Para saberes mais sobre a associação visita:

http://casadahorta.pegada.net


qualquer dúvida contacta: 965545519